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A decisão do Fed e a briga dos bancões brasileiros: o que afeta os mercados hoje

Redação Recifes
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A decisão do Fed e a briga dos bancões brasileiros: o que afeta os mercados hoje
Foto: Daniel Dan / Pexels

Muitas vezes, no mercado financeiro, a mensagem tem tanta importância quanto a maneira como ela é passada. O termo em inglês "jawboning" é usado para descrever a maneira como órgãos ou pessoas públicas usam o discurso para influenciar empresas, investidores ou outros líderes do setor privado.

Esse termo começou a ser usado de maneira mais intensa na década de 1940, nos Estados Unidos, para descrever como o departamento de controle de preços do governo persuadia as companhias a manterem o preço baixo, apesar da inflação causada pela Segunda Guerra Mundial.

Até hoje, certos comunicados são analisados de forma atenta. É o caso do comunicado do Fed, o banco central norte-americano. O uso das palavras e da mensagem importa tanto quanto a decisão sobre os juros. A nova taxa será divulgada amanhã (29).

Isso porque a autoridade monetária está em uma sinuca de bico: a inflação está arrefecendo, mas ainda está distante da meta. E logo logo novos dados deverão ser publicados, ou confirmando que a economia está desacelerando ou impondo novos desafios ao controle da alta de preços.

O colunista do Seu Dinheiro Matheus Spiess explica como o investidor deve ler a decisão de amanhã e as consequências para o Brasil. Confira aqui.

A disputa dos bancões brasileiros

Bradesco (BBDC4), Itaú Unibanco (ITUB4), Santander Brasil (SANB11), Banco do Brasil (BBAS3) e BTG Pactual (BPAC11). Nessa nova temporada de balanços, cada um dos grandes bancos brasileiros entra em cena para enfrentar desafios próprios.

Ainda que o cenário seja o mesmo para todos (juros e crédito ainda restritivo, inadimplência e concorrência no radar), há batalhas individuais e forças e fraquezas próprias.

A repórter Camille Lima explica quais são as expectativas para os balanços e quais os números que serão mais analisados em cada caso. Acompanhe nesta matéria aqui.

Esquenta dos mercados

A recente trégua entre EUA e Irã deixou os mares dos mercados mais tranquilos, retirando a pressão sobre os preços do petróleo, que seguem em queda nesta manhã.

Assim, ganha destaque a temporada de balanços do 2T26. No exterior, as principais divulgações desta terça-feira (28) serão do banco inglês Barclays, além da Unilever, Coca-Cola, Boeing, Visa e Ford Motor.

Nesse clima mais ameno, as bolsas europeias amanhecem majoritariamente no azul hoje. Já Wall Street inicia o dia sem direção única.

Por lá, os índices futuros de Nova York são pressionados por novas dúvidas sobre a euforia com o setor de inteligência artificial, e as perdas vistas na véspera podem se repetir na sessão de hoje.

Esse movimento em Wall Street também derrubou as bolsas asiáticas, que fecharam o pregão desta terça no vermelho.

Enquanto isso, no Brasil, a agenda econômica tem como destaque a publicação do IPCA-15 de julho e dos dados do setor externo referentes a junho. Além disso, a Petrobras divulga o relatório de produção e vendas do 2T26 após o fechamento do mercado.

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RIO DE SABOR
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EXPANSÃO DE USINA
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Artigo originalmente publicado em www.seudinheiro.com
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