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A estratégia dos jardins da Idea!Zarvos, o impacto das eleições de 2026 nos mercados e o que mais você precisa saber hoje

Redação Recifes
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A estratégia dos jardins da Idea!Zarvos, o impacto das eleições de 2026 nos mercados e o que mais você precisa saber hoje
Foto: Sora Shimazaki / Pexels

Uma mistura de modernismo e formas geométricas fluidas, integradas ao entorno, é uma das características mais marcantes de Roberto Burle Marx, arquiteto e paisagista nascido em 1909. Seus estudos em pintura, no início da vida, transbordam para a maneira como ele criava paisagens como se fossem obras de arte.

Mas uma de suas maiores contribuições foi o uso pioneiro de plantas nativas e tropicais em seus projetos. Helicônias, bromélias, marantas e palmeiras são algumas das espécies esculturais usadas em seus famosos jardins.

Sua importância é tamanha que dezenas de plantas foram nomeadas em sua homenagem. Além dos jardins e parques que ainda são mantidos da mesma forma, seus ideais perduram até hoje, como a integração entre natureza, arte e arquitetura.

Um exemplo dessa harmonia é o projeto da incorporadora Idea!Zarvos, no coração do Jardim Europa. O conjunto empresarial já foi casa de João Paulo Diniz, filho do fundador do grupo Pão de Açúcar, Abilio Diniz. Plantas nativas ajudam a integrar o ambiente com seu entorno.

A repórter Dani Alvarenga visitou o centro corporativo (mostrado na imagem desta newsletter) para entender a estratégia da incorporadora por trás desses empreendimentos. Confira tudo nesta matéria aqui.

A Copa acabou, e agora, José?

Álbuns de figurinhas, bolões entre colegas de trabalho e festas com amigos para assistir a partidas importantes: tudo isso acabou com o fim da Copa do Mundo. Agora, outro evento importante passa a ocupar nosso tempo e discussões: as eleições de 2026.

No próximo mês, brasileiros passarão por uma mudança de chave. O cenário passará de uma pré-campanha ainda flexível para uma disputa com chapas, palanques e compromissos públicos mais bem definidos.

E há um ponto que concentrará a atenção de todos os participantes do mercado brasileiro: o compromisso (ou não) de equilibrar receitas e gastos do governo. O empenho para realizar um ajuste fiscal ditará os rumos do dólar, inflação e mercados.

O colunista do Seu Dinheiro Matheus Spiess explica o que deve acontecer daqui para a frente em sua nova coluna. Confira aqui.

Esquenta dos mercados

Enquanto o conflito entre EUA e Irã segue sem uma definição, o presidente Donald Trump voltou a carregar a metralhadora tarifária. E, dessa vez, o alvo não foi o Brasil: Washington anunciou que vai impor taxas de 50% sobre exportações canadenses.

A notícia vem na véspera do início dos novos impostos de 25% sobre os produtos brasileiros. Hoje, o governo federal começa a ouvir os setores impactados pelo tarifaço de Trump.

Além disso, os investidores locais se preparam para a divulgação do relatório de produção e vendas da Vale (VALE3) e do balanço do 2T26 da Neoenergia. Ambos serão publicados após o fechamento do pregão de hoje.

Já no exterior, sem indicadores relevantes vindos dos EUA, os holofotes se voltam para a divulgação da taxa de desemprego do Reino Unido, do Índice ZEW de percepção econômica da Zona do Euro e da balança comercial do Japão.

Enquanto os investidores aguardam as publicações, os mercados recuperam o fôlego após o aumento da pressão no Oriente Médio devido aos sucessivos ataques dos EUA contra o Irã.

Na Ásia, as bolsas fecharam a sessão desta terça-feira (21) majoritariamente em alta. Os mercados europeus caminham na mesma direção, iniciando o dia no azul. Em Wall Street, os índices futuros de Nova York também indicam um pregão de ganhos por lá.

Outros destaques de Seu Dinheiro

ENTRE LIVROS E SABORES 
A Flip além dos livros: experiências para comer, ficar e desacelerar. Restaurantes, pousadas, cafés e até spa: veja onde comer, descansar e aproveitar o melhor de Paraty durante a sua Festa Literária. 

NEM AS TARIFAS DE TRUMP ABALAM 
Citi lista 3 motivos para comprar Brasil em meio ao caos global — e estas são as ações escolhidas pelo banco. Os analistas acreditam que o país continua oferecendo uma das melhores relações entre risco e retorno entre os emergentes. 

ALÉM DO PETRÓLEO 
Uma carta na manga da Petrobras (PETR4) pode fazer a ação subir até 40%, diz BTG. O banco defende que o papel pode valorizar e entregar dividendos de dois dígitos mesmo em um cenário de queda do preço do barril. 

RESPIRO PASSAGEIRO 
Um alívio para a Raízen (RAIZ4): venda de usina e prazo maior na B3 ajudam a gigante, mas não resolvem os problemas. Investidores da Raízen ganham fôlego com venda de usina por R$ 750 milhões e prazo estendido na B3 para recuperar valor das ações preferenciais. 

SUCESSO DE BILHETERIA 
‘A Odisseia’: como Christopher Nolan transformou um poema épico de 2 mil anos em um fenômeno de bilheteria. Longa arrecadou US$ 264,1 milhões na estreia global, impulsionou as salas IMAX e exigiu uma revolução tecnológica para ser filmado inteiramente no formato. 

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Artigo originalmente publicado em www.seudinheiro.com
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