A contagem regressiva para a eleição já está em curso e, nos próximos meses, a disputa sai do campo das articulações internas para a vitrine pública. Em outubro, o eleitor vai às urnas para escolher presidente, governadores, senadores e parlamentares, em um cenário que tende a ficar mais claro a partir de julho e agosto.
O primeiro teste decisivo são as convenções partidárias. É nesse momento que as legendas oficializam seus nomes, fecham alianças e selam acordos com outras siglas ou federações. O que hoje ainda é negociação de bastidor vira decisão formal, com impacto direto sobre o tamanho das chapas e a força de cada candidatura.
Depois disso, vem a etapa do registro das candidaturas. Só com a documentação apresentada e validada pela Justiça Eleitoral os postulantes passam a estar oficialmente na disputa. É uma fase menos visível para o público, mas crucial para evitar surpresas e impugnações que possam derrubar candidaturas já anunciadas.
Na sequência, a campanha ganha as ruas e os meios de comunicação. Rádio, TV e internet entram de vez no centro da disputa, ao lado da mobilização presencial, da propaganda e da presença nas redes. A partir daí, a eleição deixa de ser apenas expectativa e passa a ser confronto direto por voto, influência e narrativa.