Se o primeiro-ministro quer tornar o sistema mais justo, precisará desagradar as classes profissionais com um imposto sobre valor da terra.
As classes profissionais atuam como uma Guarda Pretoriana para os super-ricos.
Tendo adquirido alguns dos atributos de riqueza, elas defendem os privilégios da riqueza – terra, propriedade e pensões. Fazem isso como se – gestores de empresas, advogados, médicos, juízes, altos funcionários públicos, arquitetos e afins – fossem os principais beneficiários.