Uma nova perspectiva sobre o papel do Banco enviaria um sinal forte de que um governo Burnham está preparado para fazer as coisas de forma diferente
Quando Louise Haigh – então uma parlamentar pouco conhecida – escreveu um prospecto de política para a revista esquerdista Renewal em maio, ele continha um detalhe pouco notado: uma revisão do mandato do Banco da Inglaterra.
Haigh, que renunciou como secretária de transportes em 2024 após emergir que havia sido condenada por fraude sobre um telefone de trabalho desaparecido, está de volta na política de primeira linha como uma peça-chave da operação de Andy Burnham. Economistas agora estão se perguntando se o Banco, e o mandato que recebe do chanceler para visar exclusivamente preços estáveis, estarão no radar da nova administração.