Viajar aos Estados Unidos pode ficar mais caro para quem precisa tirar visto de turismo ou negócios. A partir desta quarta-feira (1º), o Departamento de Estado passa a permitir uma taxa adicional de US$ 750 para estrangeiros que queiram tentar acelerar o agendamento da entrevista dos vistos B1 e B2.
O valor extra, equivalente a cerca de R$ 3,9 mil, faz parte de um projeto-piloto anunciado em 9 de junho e publicado no Diário Oficial americano. Na prática, a cobrança abre uma via de processamento mais rápida para quem não quer entrar na fila padrão, mas continua sujeito às regras normais da análise consular.
A novidade tende a chamar atenção especialmente de viajantes corporativos, executivos e turistas com compromissos de calendário apertado. Ainda assim, a medida não elimina os obstáculos já conhecidos do processo de visto para os EUA, que vão de prazos variáveis de espera a exigências documentais e possibilidade de negativas.
Em um cenário de viagens internacionais cada vez mais sensível a custos e previsibilidade, a taxa adicional reforça o peso financeiro de visitar os Estados Unidos. Para o passageiro, o novo modelo pode representar conveniência; para o mercado, mais um fator a considerar no planejamento de viagens a negócios e lazer.