Exame identifica ecstasy e anfetamina na urina de capitã da PM morta em Belo Horizonte. Capitã da PM morta em BH: o que a investigação descobriu até agora Um exame toxicológico feito pela Polícia Civil de Minas Gerais durante as investigações sobre a morte da capitã da Polícia Militar Michele Leão Azevedo, de 41 anos, apontou a presença de substâncias presentes no ecstasy e de anfetamina no corpo da vítima.
A apuração publicada por g1.globo.com vira base para uma leitura editorial direta e contextualizada.
Trechos de apoio da pauta: Capitã da PM morta em BH: o que a investigação descobriu até agora Um exame toxicológico feito pela Polícia Civil de Minas Gerais durante as investigações sobre a morte da capitã da Polícia Militar Michele Leão Azevedo, de 41 anos, apontou a presença de substâncias presentes no ecstasy e de anfetamina no corpo da vítima. O laudo foi obtido pela TV Globo nesta sexta-feira (31) e faz parte das apurações sobre o caso, tratado até o momento como feminicídio.
- Ponto de atenção: exame.
- Ponto de atenção: identifica.
- Ponto de atenção: ecstasy.
Em resumo, a leitura editorial acompanha o impacto do tema no nicho Geral.
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