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Flávio Bolsonaro aposta em ‘tesouraço’ e âncora fiscal baseada em dívida

Redação Recifes
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Flávio Bolsonaro aposta em ‘tesouraço’ e âncora fiscal baseada em dívida

Flávio Bolsonaro aposta em ‘tesouraço’ e âncora fiscal baseada em dívida. Levantamento do JOTA mapeia as promessas descentralizadas do candidato do PL

O que aconteceu

Ainda sem a divulgação estruturada de um plano de governo que indique os caminhos exatos que defende para a economia, Flávio Bolsonaro (PL) e sua equipe têm centrado o discurso em quatro pontos: redução de impostos, desburocratização, segurança jurídica e incentivo ao investimento privado, mostra um levantamento do JOTA.

No campo fiscal, a campanha ainda evita detalhar propostas, embora defenda substituir a regra baseada no crescimento da receita primária por um arcabouço atrelado à relação dívida/PIB.

Nesse novo modelo, gatilhos automáticos acionariam cortes de despesas após a superação de um teto predeterminado.

Por que importa

Os números em evidência (20%, 30%, 95%, 38 mi, 25 mi) ajudam a medir o impacto no dia a dia de empresas e leitores de Geral.

Consequência prática

Contudo, ainda não há definição de parâmetros operacionais, como o limite máximo tolerado para a dívida e quais mecanismos práticos de corte seriam acionados.

Conheça o JOTA PRO Eleições, cobertura eleitoral especial do JOTA que oferece transparência e previsibilidade para empresas Resta também a dúvida sobre como o candidato conciliará o objetivo de reduzir o endividamento estatal e a criação de novas políticas públicas com um prometido corte arrojado de impostos.

Essa equação é dificultada também pela intenção de Flávio de flexibilizar as regras previstas no artigo 14 da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que estabelece condições para a concessão ou ampliação de benefícios tributários que impliquem renúncia de receita.

A poucos dias do prazo final do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a oficialização das candidaturas e também dos planos de governo, marcado para 15 de agosto, levantamento do JOTA mapeou as propostas descentralizadas do candidato, de sua coordenadora econômica, Daniella Marques, e do coordenador-geral da campanha, senador Rogério Marinho.

Ainda sem a divulgação estruturada de um plano de governo que indique os caminhos exatos que defende para a economia, Flávio Bolsonaro (PL) e sua equipe têm centrado o discurso em quatro pontos: redução de impostos, desburocratização, segurança jurídica e incentivo ao investimento privado, mostra um levantamento do JOTA. Com base em 20%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Geral precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.

No campo fiscal, a campanha ainda evita detalhar propostas, embora defenda substituir a regra baseada no crescimento da receita primária por um arcabouço atrelado à relação dívida/PIB. Com base em 20%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Geral precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.

Nesse novo modelo, gatilhos automáticos acionariam cortes de despesas após a superação de um teto predeterminado. Com base em 20%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Geral precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.

Artigo originalmente publicado em www.jota.info
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