A liquidação do Hectare Recebíveis High Grade (HCHG11) começa a tomar forma. Na última quinta-feira (9), foi publicado o cronograma de encerramento do fundo imobiliário.
Essa etapa é uma sequência da aprovação pelos cotistas, em novembro de 2025, da venda integral da carteira de ativos do FII ao V2 Recebíveis (VVCR11).
Quem ainda possuía cotas do HCHG11 tem parte importante das burocracias a cumprir. A seguir, entenda melhor esse processo e veja quais fundos são recomendados para investir na classe em julho.
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Quais são os próximos passos para os investidores do HGHC11?
Quem ainda possui exposição ao HGHC11 precisa ficar de olho em uma exigência.
É necessário informar à Vórtx, administradora do fundo, o custo médio de aquisição das cotas. Esse processo deve ser feito por meio de um formulário específico, disponível na página oficial da empresa. Também deverão ser anexados documentos que comprovem o valor declarado, como:
- Notas de corretagem;
- Boletins de subscrição;
- Instrumentos de compra e venda; ou
- Declaração de custo médio.
A medida é importante porque, de acordo com a Vórtx, a ausência desse dado fará com que seja considerado o menor valor histórico de aquisição das cotas para fins de cálculo de Imposto de Renda (IR). Caso isso ocorra, o investidor pode ter uma retenção do tributo maior do que o valor correto.
A negociação do HCHG11 na bolsa de valores (B3) será suspensa em 16 de julho (quinta-feira).
Os fundos imobiliários estão entre os ativos queridinhos dos brasileiros. E não é para menos, já que oferecem uma forma mais acessível e prática de realizar um investimento muito procurado no país: imóveis.
Porém, analisar os fundos disponíveis e tomar as melhores decisões de aportes toma tempo, é praticamente como um trabalho. Esse aspecto tende a se tornar um desafio para investidores comuns, que já têm os seus empregos, família e vida pessoal para tomar conta.
Movimentos como a compra do HGHC11 pelo VVCR11 valem como exemplo do dinamismo que faz parte do mercado financeiro. Além disso, um investidor que deixe de declarar o preço médio de aquisição de suas cotas pode pagar mais impostos do que o necessário – na prática, uma perda financeira.
CONHEÇA 7 FIIS PARA INVESTIR EM JULHO
Carteira recomendada por especialista
Para investir em FIIs de uma forma mais tranquila, é possível usar carteiras recomendadas por especialistas do mercado financeiro. Um exemplo é o portfólio da Empiricus Research, assinado pelo analista Caio Araujo.
A Empiricus TOP FIIs acumula alta de 7,5% em 2026, até o encerramento de julho, contra 1,5% do IFIX (principal índice dos fundos imobiliários no Brasil).
Além de analisar os fundos negociados no país, Araujo realiza uma pesquisa semestral com gestores, onde conversa diretamente com responsáveis por ativos da classe para conhecer suas visões e perspectivas. A atualização de julho da carteira recomendada já conta com os resultados da edição mais recente.
“Nossa pesquisa semestral com gestores de FIIs mostrou um mercado ainda construtivo, porém mais seletivo, com menor grau de confiança em relação ao levantamento anterior. Nesse contexto, reforçamos a importância da seleção ativa, de olho em fundos de qualidade — que oferecem descontos atrativos — e com atenção ao endividamento.”
O portfólio da Empiricus TOP FIIs conta com sete papéis para investidores que buscam ganhos com a valorização das cotas e por meio dos dividendos pagos. A atualização de julho ficará disponível gratuitamente na página de conteúdos do BTG Pactual. Não é necessário ser cliente do banco para acessar.
Porém, quem tem conta na instituição pode usar a opção de investimento automático. Dessa forma, não é necessário acompanhar cada atualização realizada por Araujo e nem se preocupar com as compras e vendas de fundos – o sistema faz tudo para o investidor.
Clique no link abaixo para conhecer a Empiricus TOP FIIs na íntegra:
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DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).
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