Desde sofrer abuso de funcionários e outros passageiros até ser impedida de acessar banheiros, voar tornou-se uma experiência cada vez mais angustiante e frustrante para muitos usuários de cadeira de rodas. Aqui, eles compartilham suas histórias
Quando Hannah Babalola embarcou no voo KLM 598 em 26 de maio, estava cansada. Uma atleta paralímpica, ela tinha estado competindo em um evento na Cidade do Cabo, na África do Sul, e esperava não haver atrasos em sua jornada de volta para casa em Chicago.
Babalola, 37 anos, é bem viajada. Uma ex-atleta de corrida em cadeira de rodas, agora compete em maratonas e voou para dezenas de países ao longo dos anos sem grandes problemas.