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O detalhe de R$ 365 mil que chamou atenção quando Jannik Sinner levantou a taça de Wimbledon

Redação Recifes
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O detalhe de R$ 365 mil que chamou atenção quando Jannik Sinner levantou a taça de Wimbledon
Foto: cottonbro studio / Pexels

Levantar a taça em Wimbledon já é um feito para pouquíssimos, mas erguê-la usando um Rolex de R$ 365 mil no pulso é um luxo para ainda menos atletas. Jannik Sinner é um deles. O italiano derrotou Alexander Zverev por 3 sets a 1 no último domingo (12) e conquistou, pela segunda vez consecutiva, o Grand Slam britânico.

Enquanto celebrava a vitória diante do público em Londres, o tenista aproveitou o momento para fazer o merchan de seu patrocinador e seu relógio Rolex acabou virando outro protagonista nas fotos da premiação.

O Rolex que virou companheiro de vitórias

Para levantar o troféu, Sinner escolheu o Rolex Cosmograph Daytona de 40 mm. O modelo é produzido em ouro Everose, uma liga exclusiva de ouro rosa 18 quilates desenvolvida pela relojoaria suíça, traz mostrador na cor Sundust, além de uma pulseira Oysterflex.

Curiosamente, este foi o mesmo relógio usado pelo italiano quando conquistou Wimbledon em 2025, indicando o modelo em uma espécie de amuleto das grandes vitórias.

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A própria Rolex inclusive celebrou o momento. "Parabéns, Jannik Sinner, pela sua segunda vitória consecutiva em Wimbledon e pelo quinto título de Grand Slam. Mais um capítulo marcante em uma jornada notável."

Embora tenha nascido como um cronógrafo esportivo, o Daytona também se consolidou como um dos maiores símbolos do chamado quiet luxury. Equipado com o calibre 4131, reserva de marcha de 72 horas e luneta Cerachrom, o modelo reúne desempenho técnico e status.

Uma coleção de relógios quase milionária

A relação entre Sinner e a Rolex começou em 2020, quando o italiano foi anunciado como embaixador global da marca.

Desde então, ele já apareceu usando diferentes modelos da relojoaria suíça, entre eles o GMT-Master II, avaliado em cerca de R$ 157,5 mil; o Submariner Date "Black Dial", de R$ 96 mil, escolhido para levantar o troféu do Miami Open de 2024; o Submariner Date "Bluesy", estimado em R$ 151,9 mil; e o Cosmograph Daytona Everose usado em Wimbledon. Juntos, os relógios formam uma coleção avaliada em R$665 mil.

Hoje, os patrocinadores rendem mais que o tênis

O Rolex é apenas uma das marcas que acompanham Sinner dentro e fora das quadras. O número 1 do mundo também mantém contratos com Nike, Gucci, Fórmula 1, Lavazza, Head, Intesa Sanpaolo e outras empresas globais. A exposição em torneios como Wimbledon, inclusive, ajuda a transformar cada aparição em uma vitrine para seus patrocinadores.

Não por acaso, os contratos comerciais já superam seus ganhos esportivos. De acordo com a Forbes, Sinner faturou US$ 47,3 milhões em 2025. Desse total, US$ 20,3 milhões vieram das premiações conquistadas nas quadras, enquanto US$ 27 milhões tiveram origem em publicidade e patrocínios.

Wimbledon também é uma passarela do luxo

Há muito tempo Wimbledon se consolidou como um dos eventos mais elegantes do calendário esportivo mundial. Nas arquibancadas, predominam produções em estilo smart casual. Entre os atletas, o tradicional uniforme branco abre espaço para pequenas demonstrações de personalidade. Naomi Osaka, por exemplo, chamou atenção ao chegar ao torneio usando um quimono branco.

Já entre os tenistas, a linguagem do luxo costuma ser mais discreta. Relógios de alta relojoaria, tênis desenvolvidos com tecnologia de ponta e acessórios usados fora das partidas ajudam a reforçar a imagem das marcas parceiras.

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Artigo originalmente publicado em www.seudinheiro.com
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