A orquestração da Fifa de patrocínios corporativos incompatíveis ou francamente absurdos sugere que o equilíbrio pode ter inclinado demais
Quase tudo acabou. Sem mais pausas de hidratação, sem mais pânicos obrigatórios da câmera de TV para celebridades de Hollywood, ou medo da inevitabilidade esmagadora da decepção inglesa. A Copa do Mundo da Fifa 2026 chegou ao fim, após mais um mês de drama planetário repleto de significado e simbolismo, tanto dentro quanto fora do gramado.
Antes do pontapé inicial entre Espanha e Argentina no domingo à noite, o resultado já é claro: o maior prêmio do futebol é mais do que um evento esportivo; é um motor econômico carregado de questões geopolíticas.