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O Maravalley virou o endereço das conversas que importam no Rio

Redação Recifes
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O Maravalley virou o endereço das conversas que importam no Rio

*Por Daniel Barros, CEO do Maravalley

Tem acontecido algo diferente no galpão de 10 mil metros quadrados do Porto Maravilha. Empresas, investidores, órgãos públicos, universidades e organizações internacionais não estão escolhendo o Maravalley apenas porque têm um auditório disponível. Estão escolhendo porque quem eles precisam encontrar já está aqui.

Nos últimos dois anos, o hub recebeu encontros do World Economic Forum, do Finance of Tomorrow e do C40, ciclos do Sandbox Rio, hackathons corporativos, missões nacionais e internacionais, lançamentos de estudos setoriais e três edições do Esquenta oficial do Web Summit Rio. A lista de organizações que passaram a usar o Maravalley como plataforma para suas iniciativas cresce a cada mês e isso não é acidente.

Durante anos, a escolha de onde realizar um evento corporativo seguia uma lógica simples: localização, auditório, estacionamento, catering. Uma decisão de facilities, não de estratégia. Essa lógica mudou e o Maravalley é prova disso.

O hub não compete por eventos oferecendo o metro quadrado mais barato, compete oferecendo algo que não se constrói em meses, uma comunidade de empreendedores, investidores, pesquisadores, grandes empresas, universidades e representantes do poder público que se reúne com frequência no mesmo lugar.

Quando uma organização traz seu evento para dentro desse ambiente, ela não está alugando um espaço, está acessando uma rede. Construir um auditório é relativamente simples, mas construir uma comunidade leva anos e quando ela existe, é capaz de criar um ambiente de confiança, recorrência e troca que dificilmente pode ser reproduzido apenas alugando um espaço.

A programação do hub vai muito além dos grandes eventos âncora. Ao longo do ano, o Maravalley mantém uma agenda contínua formada por happy hours, workshops, masterclasses, apresentações de pesquisa, encontros de inovação aberta e programas desenvolvidos por empresas residentes e parceiros estratégicos. Empresas lançam produtos dentro do hub, corporações promovem hackathons com as startups do ecossistema e organizações internacionais usam o espaço para apresentar programas e mapear parceiros no Brasil. Estudos setoriais são lançados ali porque o público certo está na plateia. O download da missão do Maravalley à VivaTech 2026 aconteceu no próprio hub, na semana passada, com a sala cheia.

Essa recorrência é o que diferencia um hub ativo de um espaço de eventos. Os nossos eventos são consequência de uma comunidade ativa e o que atrai empresas é a possibilidade de participar de conversas que realmente importam. Nunca quisemos construir apenas um prédio ou uma agenda de eventos, nosso objetivo sempre foi criar um ambiente onde as grandes discussões sobre tecnologia, inovação e desenvolvimento econômico aconteçam de forma recorrente.

O que mantém o Rio no mapa durante o ano inteiro

O Rio de Janeiro já tem um calendário de grandes eventos consolidado. Web Summit Rio, Rio2C, Energy Summit, Rio Innovation Week são encontros anuais que colocam a cidade no radar internacional em janelas específicas do ano. O que faltava era o que acontece entre um e outro.

É esse espaço que o Maravalley ocupa. Enquanto os megaeventos criam visibilidade, nosso hub mantém a dinâmica ativa no intervalo, com mais de 250 eventos realizados, cerca de 2 mil pessoas circulando por mês entre residentes e participantes, e uma comunidade que já soma mais de 1.000 membros ativos. São 150 empresas residentes entre patrocinadores, apoiadores e startups, sendo mais de 100 startups, um mailing qualificado de mais de 8 mil pessoas e um panorama mapeado de mais de 600 startups na cidade do Rio e mais de 1.000 no estado.

O resultado é uma cidade que deixa de existir apenas nos grandes momentos e passa a ter um pulso de inovação que bate o ano inteiro. Para as startups, isso significa acesso contínuo a parceiros, investidores e clientes. Para as empresas, significa que o investimento em presença no ecossistema gera retorno além do evento pontual. Para o Rio, significa que a conversa sobre tecnologia e inovação não precisa esperar a próxima edição do Web Summit para acontecer. O Maravalley virou o palco permanente dessas conversas e quem ainda não passou por lá está perdendo parte da agenda que move o ecossistema.

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Artigo originalmente publicado em startups.com.br
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