Onde investir no segundo semestre de 2026? Seu Dinheiro traz a visão de grandes nomes do mercado para bolsa, FIIs, bitcoin e mais
O segundo semestre promete ser decisivo para os investimentos. As atenções estarão voltadas para o rumo dos juros nos Estados Unidos e no Brasil, conflitos geopolíticos, os impactos da inteligência artificial e, por aqui, a corrida das eleições presidenciais, que deve ganhar força daqui para a frente.
Em um cenário em que qualquer mudança de expectativa pode provocar fortes oscilações na bolsa, no câmbio e na renda fixa, estar preparado faz toda a diferença.
Para ajudar você a entender quais são as principais tendências e como posicionar sua carteira, o Seu Dinheiro promove o Onde Investir no Segundo Semestre de 2026.
O evento traz painéis sobre macroeconomia, renda fixa, bolsa, fundos imobiliários, mercado internacional e criptomoedas para destrinchar cada um desses assuntos. O conteúdo irá ao ar amanhã (2) e na sexta-feira (3).
Ao longo da programação, gestores, estrategistas e economistas discutem os cenários para as principais classes de ativos e mostram onde enxergam as melhores oportunidades para os próximos meses.
Entre os participantes desta edição estão Bruno Serra, gestor da Itaú Asset e ex-diretor de política monetária do Banco Central, e Mansueto Almeida, economista-chefe do BTG Pactual e ex-secretário do Tesouro Nacional.
O cenário para os investimentos no segundo semestre
Embora um acordo de paz para a guerra no Oriente Médio esteja prestes a ser finalizado, ainda há dúvidas sobre qual deve ser o efeito duradouro do aumento dos preços do petróleo na inflação.
E, se o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) decidiu manter os juros estáveis na última reunião, deixou aberta a possibilidade de voltar a subir a taxa ainda neste ano para conter a alta de preços.
O aumento do rendimento dos títulos de dívida norte-americanos, os Treasurys, acaba fazendo com que fundos estrangeiros aloquem mais dinheiro por lá, afetando tanto as bolsas de países emergentes, como a brasileira, quanto o câmbio.
Além disso, essa foi a primeira decisão tomada por Kevin Warsh, o novo presidente do Fed, que já deixou claro que irá mudar a comunicação da autoridade monetária daqui para a frente.
Por aqui, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) decidiu cortar a Selic, mas a expectativa já é de um ciclo de cortes mais curto do que inicialmente esperado.
Mesmo assim, as taxas dos títulos públicos brasileiros estão em disparada no mercado secundário, com receios dos investidores com o controle da inflação e das contas públicas.
Os juros altos também afetam profundamente as empresas endividadas, e os pedidos de recuperações judiciais e extrajudiciais estão em níveis recordes.
No segundo semestre, o Brasil ainda passará pelas eleições presidenciais, que adicionam uma camada extra de instabilidade aos mercados.
Para saber como todos esses eventos mexem com a bolsa, a renda fixa, o dólar e outros investimentos, fique ligado no Onde Investir no Segundo Semestre.
O evento vai ao ar amanhã e sexta-feira e estará disponível na íntegra no canal do Seu Dinheiro no YouTube. Para assistir, basta acessar o canal e se inscrever para ser notificado quando a transmissão começar.
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