A lesão na coxa sofrida por Lucas Paquetá praticamente encerra as esperanças de vê-lo de volta à Copa. Segundo avaliação médica, o quadro foi classificado como moderado, o que costuma indicar ruptura de fibras musculares e um processo de recuperação que não é rápido.
Na prática, esse tipo de problema exige cuidado para evitar recaídas e perda de desempenho físico. Quando há lesão muscular dessa natureza, o tratamento costuma combinar controle da dor, reabilitação progressiva e monitoramento constante da resposta do atleta ao esforço.
O prazo estimado de tratamento pode chegar a cerca de um mês, tempo incompatível com a maior parte das fases decisivas de uma competição curta como a Copa. Por isso, a possibilidade de retorno foi tratada como mínima, segundo a avaliação médica citada na pauta.
Para a seleção, a baixa de Paquetá representa mais do que a perda de um nome técnico: também exige ajustes imediatos na estrutura do meio-campo. Em torneios desse porte, lesões musculares costumam ter impacto direto na estratégia e no planejamento da comissão técnica.