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Petrobras e estatal mexicana Pemex assinam acordo de cooperação em petróleo e gás

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Petrobras e estatal mexicana Pemex assinam acordo de cooperação em petróleo e gás
Sede da Petrobras, no Rio de Janeiro.
Fernando Frazão/Agência Brasil
A Petrobras e a estatal mexicana Pemex assinaram nesta terça-feira (23) um memorando de entendimento para cooperação em projetos de exploração, produção e processamento de petróleo e gás.
Segundo a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, a iniciativa tem "potencial relevante" para a companhia em um cenário de fortalecimento da exploração e produção de petróleo no México.
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"Temos interesse na exploração no Golfo do México, no incremento da produção de campos maduros e em processos industriais de refino, petroquímica e fertilizantes. Certamente a parceria entre as duas estatais será proveitosa para ambos os países”, afirma Chambriard.
De acordo com o documento, as empresas vão avaliar oportunidades para ampliar a produção de campos já existentes e desenvolver projetos em águas profundas e ultraprofundas no Golfo do México. A cooperação também inclui a troca de tecnologias e conhecimento técnico.
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Na área industrial, a iniciativa abrange projetos em refino, petroquímica, fertilizantes e processamento de gás, além de ações voltadas ao aumento da eficiência energética, à redução de emissões e à produção de combustíveis com menor impacto ambiental.
O diretor-geral da Pemex, Juan Carlos Carpio Fragoso, afirma que o acordo abre oportunidades para ampliar a produção de petróleo no Golfo do México.
"Há oportunidades para otimizar e aumentar a produção em águas profundas, áreas de óleo pesado e extrapesado, campos maduros e potencial pré-sal", afirma.
O entendimento tem validade de dois anos, podendo ser renovado, e não é vinculante — ou seja, não cria obrigação para as partes.
Segundo a Petrobras, acordo não implica compromisso de investimento nem cria sociedade, consórcio ou joint venture.
"Eventuais projetos dependerão de negociações futuras, análises de viabilidade e aprovações internas", diz a companhia.
Artigo originalmente publicado em g1.globo.com
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