Raphinha ficou fora do jogo do Brasil por conta de uma lesão muscular na parte posterior da coxa, problema que apareceu na partida anterior contra o Haiti. Desde então, o atacante vem passando por tratamento e reavaliações com a comissão médica da seleção.
Esse tipo de lesão costuma exigir cautela, especialmente em atletas que dependem de arrancadas, mudanças de direção e explosão muscular. No caso de um jogador como Raphinha, qualquer retorno precipitado aumenta o risco de agravamento e de uma parada ainda maior.
Por isso, a escolha do departamento médico e da comissão técnica é preservar o atleta e acompanhar a evolução dia a dia. A expectativa mais otimista aponta para uma volta apenas a partir das oitavas de final, caso a recuperação avance sem intercorrências.
Na prática, o Brasil perde uma peça de velocidade e desequilíbrio enquanto o atacante prioriza a reabilitação. Em torneios curtos, esse tipo de decisão costuma ser menos sobre coragem e mais sobre gestão de risco: acelerar agora pode custar a presença do jogador em um momento ainda mais decisivo.