O Brasil entra em campo nesta quarta-feira, pela terceira rodada do Grupo C da Copa do Mundo, com uma mudança certa em relação à equipe que enfrentou o Haiti: Raphinha está fora por conta de uma lesão na coxa direita. A ausência do atacante obriga a comissão técnica a redesenhar o setor ofensivo em um momento decisivo da fase de grupos.
Entre os nomes cotados para a vaga, Luiz Henrique aparece como um dos principais candidatos. Ex-Botafogo, o jogador ganha força por oferecer velocidade, drible e capacidade de atacar os espaços, características que podem ser úteis diante de uma defesa que tende a se fechar mais. Endrick, Rayan e Gabriel Martinelli também estão na disputa e representam perfis diferentes para o mesmo problema.
Na avaliação de comentaristas ouvidos pelo ge, a escolha passa tanto pela necessidade tática quanto pelo momento de cada atleta. Há quem veja Luiz Henrique como a opção mais natural para manter intensidade pelo lado do campo, enquanto outros defendem uma aposta em jovens que podem mudar o ritmo da partida com mobilidade e presença ofensiva.
Independentemente do escolhido, a ausência de Raphinha recoloca a Seleção diante de uma pergunta importante: como preservar agressividade no ataque sem perder equilíbrio na composição da equipe. A resposta pode dizer muito sobre as alternativas do Brasil para o restante da competição.