Ativismo negro de Candeia é debatido em livro que expõe a complexidade da militância do sambista e questiona a fama de policial severo e truculento. Bamba do samba, Candeia (1935 – 1978) é visto em foto de 1974, quatro anos antes de falecer, aos breves 43 anos Divulgação / Editora Malê ♫ CRÍTICA DE LIVRO Título: Candeia – O samba, o Quilombo e o ativismo negro Autor: Stephen Bocskay Cotação: ★ ★ ★ ★ ♬ Na madrugada de 13 de dezembro de 1965, cinco tiros disparados contra Candeia nas proximidades da Marquês de Sapucaí – avenida que se tornaria o palco do Carnaval carioca a partir de 1984 – atingiram o alvo e mudaram o curso d
A apuração publicada por g1.globo.com vira base para uma leitura editorial direta e contextualizada.
Trechos de apoio da pauta: Bamba do samba, Candeia (1935 – 1978) é visto em foto de 1974, quatro anos antes de falecer, aos breves 43 anos Divulgação / Editora Malê ♫ CRÍTICA DE LIVRO Título: Candeia – O samba, o Quilombo e o ativismo negro Autor: Stephen Bocskay Cotação: ★ ★ ★ ★ ♬ Na madrugada de 13 de dezembro de 1965, cinco tiros disparados contra Candeia nas proximidades da Marquês de Sapucaí – avenida que se tornaria o palco do Carnaval carioca a partir de 1984 – atingiram o alvo e mudaram o curso da história do sambista e policial carioca, então com 30 anos e recentemente aprovado em concurso público para se tornar oficial de justiça. Feitos por italiano que logo embarcou para o país natal para fugir da provável prisão pelo crime, resultante de ação passional em acidente de trânsito em que Candeia estava bêbado, os cinco disparos deixaram o cantor e compositor em estado de coma e, depois, em cadeira de rodas que o acompanhou pelo resto da vida que se encerraria dali a meros 13 anos.
- Ponto de atenção: ativismo.
- Ponto de atenção: negro.
- Ponto de atenção: candeia.
Em resumo, a leitura editorial acompanha o impacto do tema no nicho Lifestyle.