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Linguagem como resistência: Bajubá resgata memória e identidade no dia do Orgulho LGBTQIAP

Redação Recifes
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Linguagem como resistência: Bajubá resgata memória e identidade no dia do Orgulho LGBTQIAP

Linguagem como resistência: Bajubá resgata memória e identidade no dia do Orgulho LGBTQIAPN+ em Belém. Artista drag e pesquisadora paraense Shayra Brotero pesquisa o Bajubá Arquivo pessoal Se você já disse “babado”, “amapô” ou “picumã”, talvez já tenha falado Bajubá sem saber.

A apuração publicada por g1.globo.com vira base para uma leitura editorial direta e contextualizada.

Trechos de apoio da pauta: Artista drag e pesquisadora paraense Shayra Brotero pesquisa o Bajubá Arquivo pessoal Se você já disse “babado”, “amapô” ou “picumã”, talvez já tenha falado Bajubá sem saber. Gírias que circulam na internet e no cotidiano, essas palavras carregam uma história de criação, proteção e resistência dentro da comunidade LGBTQIAPN+.

  • Ponto de atenção: linguagem.
  • Ponto de atenção: resistência.
  • Ponto de atenção: bajubá.

Em resumo, a leitura editorial acompanha o impacto do tema no nicho Geral.

Artigo originalmente publicado em g1.globo.com
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