Negócios
Marcas de luxo não poderão mais destruir produtos não vendidos na UE e 'exclusividade' fica ameaçada
A marca britânica Burberry causou escândalo ao admitir ter queimado mercadorias novas
AP - Alastair Grant
Durante décadas, parte da indústria do luxo administrou seus excedentes longe dos olhos dos consumidores. A destruição de produtos não vendidos ajudava a preservar a raridade que sustenta o prestígio e os preços das grandes marcas.
Com as novas regras da União Europeia, anunciadas nesta semana, esse modelo passa a ser questionado e obriga o setor a buscar formas de concili