Ouvir rápido e com cuidado: o papel do Depoimento Especial na proteção infantojuvenil
A Resolução Conjunta CNJ/CNMP nº 16/2026 reforça que a escuta de crianças e adolescentes em casos de violência deve ser célere, técnica e acolhedora. A demora, nesses casos, pode ampliar danos e comprometer a prova.