Quando a tecnologia vira intermediária da saúde, quem decide o que é cuidado?
O avanço da inteligência artificial recoloca no centro a pergunta sobre até onde é saudável deixar a tecnologia mediar decisões ligadas ao corpo e ao bem-estar. Para o filósofo Nolen Gertz, o debate é menos sobre eficiência e mais sobre ética, autonomia e responsabilidade.