Escrevemos para quê? E para quem?
Há perguntas que precedem todas as outras. Esta é uma delas: por que escrevemos? E, antes que alguém responda apressadamente, acrescento: para quem escrevemos? Estes tempos de instantaneidades merecem uma reflexão sobre isso. Parece até uma indagação banal. Não é. Vivemos o parad